segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Briefing
Por Neide Cristina
Briefing nada mais é que a passagem de informação de uma pessoa para outra, e dessa forma parece fácil. Quando a propaganda tem um papel simples e até pequeno, no plano de marketing, o briefing não apresenta problemas, mas quando a propaganda é o ponto principal, no caso do marketing de produtos de consumo doméstico ou mesmo o lançamento de um produto em larga escala, o briefing correto torna-se muito importante. E para escrever um bom briefing é preciso certa experiência, não somente preencher um formulário com os dados do cliente e da peça a ser produzida, mas também pesquisar, refletir e negociar. Para ter certeza de que o briefing irá atender suas reais necessidades é preciso fazer pequenas pesquisas, navegar pelos websites da concorrência e anotar tudo que estão fazendo de bom ou de ruim é o primeiro passo para definir o diferencial competitivo. O público alvo não pode ser deixado de lado, parece óbvio, mas nunca se sabe com certeza qual o grupo de pessoas irão se interessar pelo serviço que será disponibilizado.
Enfim, para elaborar um briefing, não se pode esquecer-se de coletar dados importantes e que fazem a diferença para o desenvolvimento de uma campanha de sucesso. E nessa elaboração, não se pode mesmo esquecer o histórico da empresa/produto; problema de marketing; objetivo da pesquisa; padrão de ação; áreas de investigação; público alvo; áreas geográficas; material anexo e limitações de prazo e custo. Há casos em que o briefing será passado verbalmente por algum motivo, mesmo que isso aconteça a agência deverá se manter profissional e apresentar o seu melhor serviço de mídia ao cliente.
Termos de Mídia
Abrangência geográfica
É a cobertura geográfica ou cobertura de sinal ao alcance gerado pelo sinal da emissora. Nesse contexto está o “Mercado de TV” que são as áreas geográficas, onde os sinais das emissoras se subdividem para que o anunciante tenha a opção de veicular apenas onde lhe interessa. Assim, no interior de São Paulo a Globo tem 12 mercados de TV e o SBT tem 8, dada um deles tem sua cidade que é a sede dos municípios ao redor. A TV Integração afiliada da Rede Globo que tem sua sede em Uberlândia é um exemplo para a região do Triângulo Mineiro e parte do Centro Oeste mineiro, porque ela abrange vários municípios do interior de Minas Gerais. Cada emissora tem seus critérios de quantos e quais municípios devem constituir ser sua abrangência geográfica.
Audiência
Entende-se por audiência um conjunto de pessoas que estão assistindo a determinado programa de TV. Ele pode ser calculado para as pessoas ou domicílios. A audiência domiciliar o cálculo mais comum de se fazer os cálculos é o da audiência com base nos domicílios e nas pessoas. Por exemplo, pegamos um total de cinco casas e naquele momento da pesquisa, as casas 1 e 2 estão ligadas na emissora B. Não importa que a casa 1 tenha três televisores, dois sintonizados na emissora A e um na B. O importante é que pelo menos um deles esteja sintonizado na emissora B naquele momento. Assim, são duas casas num total de cinco, o que significa, que 4% das casas estão sintonizados na emissora B. Enfim, a audiência domiciliar para a emissora B é de 40 pontos de audiência.
Audiências de TV
Audiências de TV no Brasil é um tema muito comentado no meio jornalístico, publicitário e também palas pessoas comuns, ou melhor, pelos telespectadores. No final da década de 60 só o IBOPE trabalhava com esse tipo de pesquisa, que era o método flagrante, onde os entrevistadores batiam de porta em porta perguntando em qual emissora seu televisor estava ligado naquele momento. Devido à dificuldade de entrar em condomínios de classe alta e também quando chovia forte, a solução foi fazer a pesquisa via telefone para completar a cota de entrevistas.
E por falar em IBOPE - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística - é uma empresa que existe a 58 anos e vem se destacando entre as mais importantes da América Latina e é reconhecida globalmente, por ter credibilidade quando o assunto é audiência. Sua confiabilidade de dados é devido aos investimentos em desenvolvimento tecnológico e metodológico que vem aliado a um rígido controle de qualidade de qualidade, garante que sua pesquisa seja aceita no mercado.
A cada ano que passa o IBOPE se renova e hoje é possível coletar os mais diversos tipos de informações sobre audiência na TV, como por exemplo, o tempo médio que o telespectador passa assistindo TV, frequência, exclusividade, audiência total do gênero, audiência entre um programa e outro na sequência da programação e muito mais.
A disputa pela audiência na TV está cada vez mais acirrada entre as emissoras e também pelo público que se encontra mais interessado em acompanhar os índices das principais emissoras, que vivem competindo, para ver quem é a líder naquele momento. E com uma aparelhagem super sofisticada é possível medir a audiência em tempo real, através de um software especial TCI – Terminal Cliente Ibope – que é um serviço prestado na Grande São Paulo em tempo real, 24 horas por dia, para as emissoras de TV e algumas grandes agências. Essa audiência é enviada pela internet ou uma linha telefônica de minuto em minuto e podem ser recebidas em qualquer computador.
As palavras certas nos lugares certos
São os termos usados no livro e outros que não foram usados, mas que são empregados sem muito significado no mercado, por isso o autor não tem nenhuma pretensão que esses argumentos sejam definitivos, ele apenas quer que esses termos possam fazer uma contribuição ou que sirvam de reflexão de se chegar a um consenso.
Veronezzi dá uma pincelada muito interessante em alguns termos já conhecidos e outros nem tanto. Em Ap que é a abreviação de Apropriação de verba, mas que se trata da aprovação da verba usada para facilitar os contratos de veiculação como trabalho dos fotolitos, filmes, vídeos e job. Em “A mídia e os meios” ele frisa que o termo mídia se tornou mais amplo e deixou de ser apenas aquele termo que especifica o profissional, a função e o ato de planejar. Hoje, toda imprensa brasileira trata como “a mídia” os meios ou veículos de comunicação. Porém, Vernozzi faz uma ressalva sobre mídia como um departamento, aquele profissional que exerce uma função na agência e é o encarregado de indicar os melhores meios, veículos para expor a sua marca no mercado, é uma parte que integra o processo mercadológico. Daí a importância de se ter um bom profissional de mídia na agência, pois ele pode sim, fazer a diferença.
Veronezzi dá uma pincelada muito interessante em alguns termos já conhecidos e outros nem tanto. Em Ap que é a abreviação de Apropriação de verba, mas que se trata da aprovação da verba usada para facilitar os contratos de veiculação como trabalho dos fotolitos, filmes, vídeos e job. Em “A mídia e os meios” ele frisa que o termo mídia se tornou mais amplo e deixou de ser apenas aquele termo que especifica o profissional, a função e o ato de planejar. Hoje, toda imprensa brasileira trata como “a mídia” os meios ou veículos de comunicação. Porém, Vernozzi faz uma ressalva sobre mídia como um departamento, aquele profissional que exerce uma função na agência e é o encarregado de indicar os melhores meios, veículos para expor a sua marca no mercado, é uma parte que integra o processo mercadológico. Daí a importância de se ter um bom profissional de mídia na agência, pois ele pode sim, fazer a diferença.
Por Neide Cristina
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Tópicos abordados com base no livro “Mídia de A a Z” de José Carlos Veroneze.
Sou Neide Cristina de Mendonça da agência mito, estudante do 6º período de Comunicação Social com habilitação em Publicidade & Propaganda do UNIPAM.
Esse post é um trabalho da disciplina de Planejamento de Mídia, desenvolvido sob as orientações do professor Marlon Wender e que por ele também será avaliado.
Este Blog tem como objetivo estimular a compreensão da disciplina por meio da leitura, escrita e principalmente a criatividade.
O livro Mídia de A a Z de José Carlos Veronezzi é uma livro muito requisitado para todas as pessoas que trabalham com publicidade e principalmente com mídia. Já foram publicadas em duas edições, sendo a primeira em setembro de 2002 e a segunda em novembro de 2004. Na segunda edição o livro ficou ainda mais completo, pois o autor acrescentou mais nove termos de grande importância (Checking, Comissão de agência, Concorrência, Execução, Merchandising, Mídia extensiva, Mídia exterior, Ranking e Segmentação) e com estes acréscimos foram abordado todos os conceitos utilizados pela mídia.
domingo, 31 de outubro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)


